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A igreja apostólica romana, conhecida no Brasil simplesmente por igreja católica, adotou uma prática essa semana digna de elogios depois de tantos anos de atraso em relação ao planejamento familiar, que é o uso de preservativos na relação de casais católicos e pasmem, até de prostitutas e homosexuais.
O papa Bento XVI, acaba de lançar um livro em que desfaz ou pelo menos pela opinião da imprensa mundial, tenta desfazer aquela pose séria a antiquada do pontífice, respondendo uma série de perguntas sobre temas polêmicos, num deles ele até insinua a idéia de abandonar o cargo, se não estiver bem de saúde, quando diz:
-"É algo para se refletir..."
admite explicitamente essa hipótese, e fala de "garotos e garotas de programas", o núcleo de toda polêmica envolvendo o livro, a igreja sempre foi meio hostil a práticas como essa na idade média até executando aqueles que há praticavam, ultima mente so fazia o que evangélicos também fazem, condenar essas práticas a luz de princípios bíblicos que dão base para tal contestação, agora o papa diz que; "é bom o uso de camisinha por prostitutas e homosexuais", a assessoria do vaticano tentou minimizar os boatos dizendo que a editora italiana errou no momento em que fez a tradução mundial do texto, usando "prostituas" ao invés de "garotas e garotos de programa", termo utilizado pelo papa que disse não se importar com a tradução feita assim, os homosexuais por sua vez já se manifestaram dizendo que foram mais uma vez humilhados pela igreja católica, que disse através do papa que os ama, mas que porém não pode aceitar suas práticas pecaminosas, o que ao meu ver está corretíssimo, é deplorável a posição que os homosexuais assumem todas vez que se sentem ameaçados, querem de qualquer forma ser aceito por uma sociedade que ainda não aceita tão bem essa idéia apesar de já ter absorvido conceitos como o de Freud, pai da psicologia quando diz que: "ser humano só é totalmente feliz, quando é aceito por ele mesmo e por outros por completo", antes que eles comecem aplicar sua retórica falida, não sou doente, termo que costumam designar cada pessoa por opinião própria não concorda com eles, a psicologia considera toda fobia, como doença, digna de ser estudada e tratada individualmente no ser que a apresenta, e é esse termo aplicado muitas vezes no Brasil, "homo+fobia"= homofobia, homo= igual e fobia= doença, ou seja doença de aversão total passiva de praticar atos até de violência contra homosexuais, o que nem católicos nem evangélicos costumam praticar.
Por fim é uma benção essa opinião tardia mas sempre bem aceita pela população mundial, digna de elogios até por Bank moon, secretário geral da ONU, e também pelos representantes da África, continente atual com maior número de infectados.
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