"“O 4° Poder”
Dizem que a imprensa é o 4° poder.
Poder este que já foi usado vastamente tanto para o bem quanto para mau.
Disse uma professora certa vez:
--Se a mídia não consagrar então não haverá mudanças.
É difícil pensar em tempos de mudanças ortográfica que teremos que falar como os portugueses, se no Brasil os gramáticos normativos já falam que temos que abolir os regionalismos, como o “bah dos tchê, que no Maranhão é nossa dos manos, a carta dos sulistas que nordeste é carteira ou habilitação, o farol dos paulistas, que pros cariocas é o sinal, o puto pra os gaúchos que significa gay e no maranhão é qualhira que em São Paulo é viado, gay e muitos outros”.
Não estou disposto assim a fazer um dicionário “de como falar mal” más sim disposto a criticar em parte esta reforma que tanto confundirá a forma de escrever de jovens, adultos e crianças no ensino médio que terão que fazer cursinho agora pra entrar na universidade, que terão que usar muito mais a “errata” da monografia do que em outros tempos, as crianças perguntarão:
---Tia meu livro está errado então?
E a tia lhes dirá:
--Não apenas mudamos tudo!
Parece que falaremos com um certo tom de Portugal, e perdemos nosso sotaque que tanto nos orgulhamos, em tempo que muitos deixam a sua língua pátria para estudar outro idioma e perdem o valor de sua língua, porque agora a “bola da vez”, será novamente a nossa língua, com várias introduções de letras antigas e que estudamos em outros idiomas, como: “Y, W e outras”.
Tudo isso eu vi e adicionei algumas informações minhas com o programa do 4° poder, “Antenados na geral”, apresentados pelos meus amigos, Feliphe Câmara e Thiago Cruz, substantivos próprios, pois são únicos no mundo com seus defeitos e qualidades e seu programa, como existem vários programas e apresentadores por isso substantivo comum.
Por isso sempre quando ver, ler ou escutar algo no 4° poder vá atrás da verdadeira fonte, a que primeiramente divulgou a fidedigna informação para que possa saber o que realmente está acontecendo!
Por Eduardo S. Mendes!
Poder este que já foi usado vastamente tanto para o bem quanto para mau.
Disse uma professora certa vez:
--Se a mídia não consagrar então não haverá mudanças.
É difícil pensar em tempos de mudanças ortográfica que teremos que falar como os portugueses, se no Brasil os gramáticos normativos já falam que temos que abolir os regionalismos, como o “bah dos tchê, que no Maranhão é nossa dos manos, a carta dos sulistas que nordeste é carteira ou habilitação, o farol dos paulistas, que pros cariocas é o sinal, o puto pra os gaúchos que significa gay e no maranhão é qualhira que em São Paulo é viado, gay e muitos outros”.
Não estou disposto assim a fazer um dicionário “de como falar mal” más sim disposto a criticar em parte esta reforma que tanto confundirá a forma de escrever de jovens, adultos e crianças no ensino médio que terão que fazer cursinho agora pra entrar na universidade, que terão que usar muito mais a “errata” da monografia do que em outros tempos, as crianças perguntarão:
---Tia meu livro está errado então?
E a tia lhes dirá:
--Não apenas mudamos tudo!
Parece que falaremos com um certo tom de Portugal, e perdemos nosso sotaque que tanto nos orgulhamos, em tempo que muitos deixam a sua língua pátria para estudar outro idioma e perdem o valor de sua língua, porque agora a “bola da vez”, será novamente a nossa língua, com várias introduções de letras antigas e que estudamos em outros idiomas, como: “Y, W e outras”.
Tudo isso eu vi e adicionei algumas informações minhas com o programa do 4° poder, “Antenados na geral”, apresentados pelos meus amigos, Feliphe Câmara e Thiago Cruz, substantivos próprios, pois são únicos no mundo com seus defeitos e qualidades e seu programa, como existem vários programas e apresentadores por isso substantivo comum.
Por isso sempre quando ver, ler ou escutar algo no 4° poder vá atrás da verdadeira fonte, a que primeiramente divulgou a fidedigna informação para que possa saber o que realmente está acontecendo!
Por Eduardo S. Mendes!
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